Tribunal europeu condena França por discriminar lésbica
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Tribunal europeu condena França por discriminar lésbica
Tribunal europeu condena França por discriminar lésbica
A Corte Européia de Direitos Humanos considerou nesta terça-feira a França culpada de discriminação contra uma lésbica, professora de uma creche, que não recebeu permissão para adotar uma criança.
A professora de 45 anos registrou o pedido para adotar uma criança com as autoridades regionais do leste da França há dez anos, informando ter um relacionamento estável com outra mulher.
O pedido foi rejeitado, e as autoridades francesas alegaram que opção sexual da professora não teve nenhuma influência na decisão, mas sim a "ausência de uma figura paterna" e o papel não muito claro da parceira dela na criação da criança.
Por dez votos a sete, o tribunal, com sede na cidade francesa de Estrasburgo, entendeu que a questão da homossexualidade da professora teve papel decisivo na rejeição do pedido.
A Corte determinou uma indenização de 10 mil euros (mais de R$ 26 mil) para a professora.
A Associação Francesa de Pais Gays e Lésbicas considerou o resultado do julgamento como uma "vitória moral".
A decisão pode abrir precedentes em outras decisões que envolvam adoções por homossexuais.
Revista de Salém:
A pergunta: E os direitos humanos da criança? Uma criança privada da figura paterna, não está sendo subtraída em seu direito?
O Direito está sendo conduzido para que os cristãos não tenham Direito algum.
Os valores cristãos que fundamentaram a sociedade ocidental moderna são pisados, e caminhamos para o fim de uma civilização, a exemplo das outras que se perderam justamente na imoralidade, na libertinagem.
Sodoma avança, estamos perto da hora final.
Maranata, ora Vem, Senhor Jesus!
A Corte Européia de Direitos Humanos considerou nesta terça-feira a França culpada de discriminação contra uma lésbica, professora de uma creche, que não recebeu permissão para adotar uma criança.
A professora de 45 anos registrou o pedido para adotar uma criança com as autoridades regionais do leste da França há dez anos, informando ter um relacionamento estável com outra mulher.
O pedido foi rejeitado, e as autoridades francesas alegaram que opção sexual da professora não teve nenhuma influência na decisão, mas sim a "ausência de uma figura paterna" e o papel não muito claro da parceira dela na criação da criança.
Por dez votos a sete, o tribunal, com sede na cidade francesa de Estrasburgo, entendeu que a questão da homossexualidade da professora teve papel decisivo na rejeição do pedido.
A Corte determinou uma indenização de 10 mil euros (mais de R$ 26 mil) para a professora.
A Associação Francesa de Pais Gays e Lésbicas considerou o resultado do julgamento como uma "vitória moral".
A decisão pode abrir precedentes em outras decisões que envolvam adoções por homossexuais.
Revista de Salém:
A pergunta: E os direitos humanos da criança? Uma criança privada da figura paterna, não está sendo subtraída em seu direito?
O Direito está sendo conduzido para que os cristãos não tenham Direito algum.
Os valores cristãos que fundamentaram a sociedade ocidental moderna são pisados, e caminhamos para o fim de uma civilização, a exemplo das outras que se perderam justamente na imoralidade, na libertinagem.
Sodoma avança, estamos perto da hora final.
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Pastor Solon-
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